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Instalação diretoria Distrital os Jovens
O palestrante Pator Danilo fazendo uma dinâmica

O Pastor Jair Krack - Mister GARFO

Olha a Miss Garfo! É Lili! Você come hein!















“Na primeira vez em que fiz a minha defesa diante das autoridades, ninguém ficou comigo; todos me abandonaram. Espero que Deus não ponha isso na conta deles!” (2 Tm 4.16 NTLH)
Quando transcorria o ano 66 ou 67 da era cristã e Nero era o Imperador Romano, o apóstolo Paulo se encontrava preso em Roma. E de acordo com afirmações encontradas nas suas duas cartas a Timóteo, Paulo sofria condições severas na prisão. Ele estava algemado e sofria como um “malfeitor”. Nesta situação, ele já previa a sua execução, e expressou isso dizendo: “Quanto mim, a hora já chegou de eu ser sacrificado, e já é tempo de deixar esta vida” (2Tm 4.6-8), e pede a Timóteo que venha logo ao seu encontro. E, de fato, no ano 68 Paulo foi decapitado em Hóstia, perto de Roma, por ordem do imperador Nero.
O que nos chama a atenção é a constatação que Paulo faz ao dizer que, por ocasião de sua defesa perante o tribunal romano, ninguém ficou com ele e que todos o abandonaram. No entanto, diz a Timóteo que espera que Deus não ponha isso na conta deles. Mesmo sofrendo as dores da solidão na iminência de ser executado, ele revela seu espírito perdoador, não desejando o castigo de Deus para os que o abandonaram. Ele superou, pela fé em Deus, as dores dessa solidão. Isto ele diz nas palavras: “O Senhor me livrará de todo o mal e me levará em segurança para o seu Reino celestial” (2Tm 4.18).
Que esta seja a nossa esperança quando atravessarmos momentos de profunda solidão. Perdoados por causa de Cristo, temos Deus sempre ao nosso lado. Ele ficou com o apóstolo Paulo na sua solidão, e ficará conosco durante a nossa solidão.
Oremos: Bondoso Deus, fica comigo nas horas felizes enquanto estou com familiares e amigos, e fica comigo quando eu sofrer de solidão. Por amor de Jesus. Amém.

“Pois toda a Escritura Sagrada é inspirada por Deus e é útil para ensinar a verdade, condenar o erro, corrigir as faltas e ensinar a maneira certa de viver.” (2Tm 3.16)
Hoje queremos pensar um pouco na resposta à pergunta que é o tema de nossa mensagem: “Para que serve a Bíblia?” Escrevendo para Timóteo, o apóstolo Paulo elogia a fé deste jovem e o recomenda a ficar firme nas palavras da Bíblia que aprendeu de sua mãe e de sua avó, desde a infância, e do próprio apóstolo na juventude (2Tm 3.1-15). Paulo ainda explica a Timóteo a razão porque ele deveria permanecer firme naquilo que aprendeu.
E esta explicação consistiu em reafirmar que toda Bíblia é inspirada pro Deus, isto é, o que nela está escrito foi escrito sob um processo em que o Espírito Santo inspirou nos escritores o que eles deveriam escrever. O apóstolo também diz que a Bíblia é útil para ensinar a verdade. A verdade sobre Deus, religião e salvação, está na Bíblia. Nela também se encontra a condenação do erro, a correção das faltas e a maneira certa de viver. Em outras palavras, a Bíblia serve para apontar os nossos erros, ajudar-nos e corrigir as nossas faltas e mostrar-nos como viver a nossa vida de forma agradável a Deus.
E a principal verdade que a Bíblia ensina é a verdade sobre Jesus Cristo, sobre a sua vida, sua morte, sua ressurreição e sua subida aos céus para nos preparar lugar. Esta é a verdade em que devemos crer, pois é só nesta fé que podemos ter perdão para os nossos erros e falhas, é somente nesta fé que podemos receber o perdão pra os nossos pecados, e somente nesta fé que podemos ser recebidos por Deus.
Oremos: Bondoso Deus, aceita a minha gratidão por teres revelado na Bíblia a verdade sobre o teu Filho Jesus e sobre o que ele realizou. Conserva-me nesta fé. Por amor de Jesus. Amém.
Ninguém gosta de ser tratado de medroso. Medo é sintoma de fraqueza. Normalmente, o medo é fundamental para uma boa conduta pessoal e, além disso, constitui excelente mecanismo de defesa da pessoa. Não ter medo de nada e de ninguém, dá lugar a imprudência que pode resultar em sérios prejuízos, e até na perda da vida. Como seres humanos, nós tememos por nossa vida e por nossa integridade física. Isto se chama de instinto de conservação. Este é o medo normal, natural que toda a pessoa tem. Este medo emite os sinais de alarme que, obedecidos, nos permitem evitar situações perigosas. Por exemplo, quando seguimos de carro à noite, por uma estrada desconhecida mal sinalizada, sentimos medo. Este medo nos faz dirigir com cautela e em velocidade reduzida. O medo faz parte de nossa vida. Não podemos negá-lo, mas também não devemos deixar que ele nos domine. A confiança e a segurança que provém de uma boa relação com Deus é uma ajuda indispensável para vivermos de modo equilibrado com os nossos medos.